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Antonio Carlos Costa
Just now·2 min read
Conheci o pastor Mauro Israel nos anos 90. Tive o privilégio de, em razão do seu carinho por mim, ter sido convidado por ele para pregar na Primeira Igreja Batista de São Gonçalo.
Quem conviveu com ele o considera um santo. Pastor na acepção da palavra. Era de largar tudo a fim de atender aos rogos dos que se encontravam em sofrimento. Pregador apaixonado, marcou a vida de milhares de pessoas. Homem comprometido com o sentido mais amplo da missão da igreja no mundo. Sua igreja, naqueles dias, chegou à impressionante marca de quatro mil membros. Por que impressionante? Porque ele pregava o velho evangelho, não fazia concessões e jamais foi visto negociando doutrina em nome do crescimento númerico.
Tenho convivido ultimamente com uma amiga que o conheceu bem e teve a vida profundamente marcada pelo seu ministério.
Esse eminente servo de Cristo foi acometido por um tumor no cérebro, que culminou na sua morte em 2002.
O que me leva a escrever esse post, resulta da obra da providência divina que, nesses dias nos quais tenho ouvido tantas histórias sobre a sua vida, fez com que conversasse dois dias atrás com um amigo batista que esteve com ele no seu leito de morte. O que ouvi foi muito comovente.
Ele me contou, entre outras coisas, o que ouviu do pastor Mauro no quarto do hospital: “Se eu for curado e sair daqui, você verá a glória de Deus. Se eu não for curado e tiver de morrer, eu verei a glória de Deus”.
Esse é o tipo de cristianismo que deveríamos desejar viver, nessa nossa vida dura, curta e incerta.
Fundador da ONG Rio de Paz, teólogo e jornalista.
Fundador da ONG Rio de Paz, teólogo e jornalista.

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