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Antonio Carlos Costa
Just now·2 min read
“Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficam para trás e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”. Fp 3:13–14
Não há espaço no cristianismo para saudosismo, autocongratulação ou fixação neurótica em erros do passado. O que Paulo está simplesmente dizendo é que Deus é como o treinador que durante todo o percurso da maratona pede para que não olhemos para trás, clamando para mobilizemos toda a nossa força a fim de cruzarmos a linha de chegada. O próprio Deus diz, “não olhe para trás, novas oportunidades estão surgindo, o que tenho reservado para você excede em muito a tudo o que você já experimentou”. Como tudo isso é pungente.
Há algo diante de nós! A graça é como as ondas do mar. Incansável nas oportunidades que cria a fim de que conheçamos mais a Jesus, tenhamos novas experiências pentecostais e descubramos maneiras diferentes de tornar o nome de Cristo conhecido.
Esse é um dos segredos da vida cristã: nesse exato momento da nossa vida -não fixarmos a visão no desgosto, nas conquistas espirituais, nos fracassos, nas oportunidades perdidas-, a fim de avançarmos na direção da vida que jamais vivemos.
Lembre-se: não falta na sua e na minha vida quem peça para olharmos para trás. Desconsidere o que essa gente fala. Não ouça nem as vaias, nem os aplausos. Mantenha os olhos em Cristo, os ouvidos abertos apenas à voz de Deus e a pernas, os braços, as mãos, a cabeça, em empenho tenaz visando cruzar a linha de chegada.
Fundador da ONG Rio de Paz, teólogo e jornalista.
Fundador da ONG Rio de Paz, teólogo e jornalista.

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