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Antonio Carlos Costa
Aug 5·1 min read
Continuo na região serrana, terminando a revisão do meu novo livro. Encontro-me nesse momento, fazendo o registro da minha interpretação do capítulo três versículo 12 de Filipenses:
“Não que eu já tenha recebido isso ou já tenha obtido a perfeição, mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus”.
Aqui vai parte do meu comentário:
“Todas as nossas demais ambições dependem de fatores externos à nossa vontade. O amor das nossas vidas pode nos abandonar, o processo de envelhecimento é inexorável, a saúde se esvai, a formosura física murcha com a passagem do tempo, crise econômica pode nos levar à perda dos nossos bens.
A busca pela semelhança a Cristo, por ter como fiador o próprio Deus, jamais nos frustrará. Estamos perante uma aspiração exequível e que satisfaz a alma regenerada, tornada pela graça incapaz de se satisfazer com qualquer espécie de meta nessa vida e na vindoura que esteja dissociada da pessoa de Cristo”.
Como falar sobre os desejos de transcendência que me assomam nesse exato momento? Não quero mais nada na vida.
Fundador da ONG Rio de Paz, teólogo e jornalista.



Fundador da ONG Rio de Paz, teólogo e jornalista.

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