Dia a dia, Meditação/Leitura Rápida

Ser Justo Como Era Jesus

Símbolo da justiça. Escultura de uma mulher vendada segurando uma balança.

Qual é a vontade de Deus para a sua vida? Ouça as palavras do profeta Miquéias: “que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Mq 6.8).

A vontade de Deus para conosco é que pratiquemos a justiça. Quando nós deixamos de anunciar autojustificativas, começamos a ter uma percepção maior das necessidades do nosso próximo. Voltamos nossas forças para buscar justiça para os fracos e oprimidos. Deus refere-se a si mesmo como “pai dos órfãos e protetor das viúvas” (Sl 68.4-5). E, como seus filhos, devemos levar essa identidade familiar para as esferas de influência que ele nos dá. 

Antigamente, a viúva e o órfão eram os mais propícios a sofrer exploração e ser deixados de lado por suas comunidades. Eram desprovidos de poder social ou econômico; eles não tinham voz nem quem pudesse os defender. Mas, hoje em dia, assim como no passado, os explorados e os esquecidos também estão ao nosso redor. A Bíblia fala de amplitude na justiça de Deus, chamando seu povo, inúmeras vezes, para buscá-la em favor dos marginalizados e esquecidos. E, se perdermos isso de vista, nosso senso de justiça só se estenderá aos limites do nosso próprio umbigo.

Pessoa sentada na calçada com roupas velhas e sujas. As mãos sujas estendidas em direção à rua como quem pede ajuda.

Nossas comunidades e igrejas estão lotadas de viúvas e órfãos, estrangeiros e indigentes dos dias contemporâneos. Agimos com justiça quando oramos em seu favor, garantindo que sejam tratados como seres humanos criados à imagem e semelhança de Deus. Devemos ser os primeiros a dar de comer aos famintos, a vestir os nus, a dar as boas-vindas ao estrangeiro e a visitar os doentes. Devemos assegurar a justiça para os que são fracos e oprimidos, porque, quando assim agimos, nos tornamos parecidos com Cristo. E fazer isso pelo próximo é como fazer pelo próprio Cristo (Mt 25.35-40).
O bom governo de Deus assegura que a justiça enfim prevalecerá em todas as coisas. Ele não responde a um governo mais alto, e não sofre corrupção alguma. Até o dia em que todas as contas serão acertadas, nós labutamos como seus servos, vivendo em obediência e procurando justiça para aqueles que não a têm. Qual é a vontade de Deus para nossas vidas? Que possamos ser justo, assim como ele é justo, deleitando-se em sua lei, exaltando seu bom governo e diariamente fazendo justiça como filhos do Pai Criador.

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