Não vale a pena ceder à carência.

Por Naty •  Atualizado: 13/12/21 •  2 min de leitura

Sentir-se carente é normal.  A carência pode ser mais ou menos intensa, pode durar um período curto ou longo e tem gente que passa a vida inteira nesse estado. 
Não fomos treinados para suprir lidar com as nossas carências, queremos desesperadamente supri-las, ao menos temporariamente, e acabamos tomando decisões precipitadas.
Imaginamos que esse suprimento de amor só pode ocorrer se estivermos com alguém do lado. Não é à toa que existe muita gente que não consegue ficar sozinha e vive procurando alguém como reposta para suas necessidades afetivas.
Temos várias fontes de afeto que não reconhecemos como tal porque nossa cultura praticamente exige que estejamos namorando ou casados, como se isso fosse garantia de plenitude afetiva e não é.
E por medo da solidão, acreditamos que uma pessoa é capaz de preencher esse espaço e continuamos vazios de afeto, mendigando amor e atenção.
A Bíblia diz em 1 João 4 que o verdadeiro amor vem de Deus e ao nos sentirmos amados por Ele somos capazes de amar os outros.
Quando você se sentir carente, volte seu olhar para as outras áreas sua vida e perceba o quanto está perdendo quando acredita que só pode ser amada ao estar num relacionamento a dois.
Olhe para Deus, para sua família, seus amigos, volte seu olhar para você.
Se você aprende a reconhecer nos pequenos gestos uma atitude amorosa, você passa a se sentir muito mais suprido e feliz. Mas tão importante quanto sentir-se nutrido por colegas, amigos, familiares e filhos, é aprender a nutrir a si mesmo e de permitir ser nutrido por Deus. 
Um forte abraço,
Carla Duarte (@carladuarte.rj)
 

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Naty

Nome: Natalia Faria Igreja: Batista Getsêmani/ JOCUM – Jovens Com Uma Missão Idade: 29 Anos Fale um pouco sobre você: Missionária na JOCUM desde 2001 atuando na área de discipulado de crianças e adolescentes através do ministério de Kings Kids. Trabalhei também por quase 4 anos no Paraguay diretamente com evangelismo e aconselhamento em escolas, também com discipulado de adolescentes de igrejas. Atualmente trabalho com adolescentes em situação de vulnerabilidade com abordagem de rua, alfabetização em abrigo, e evangelismo na Febem no Estado do Pernambuco.